"A morte é o maior trauma sem solução. É a segunda maior experiência estressante em nossa vida, sendo o nascimento a primeira. A morte é o momento em que deixamos tudo por terminar. Se vem repentinamente, levamos a situação não resolvida para outra vida. Inconscientemente, tentamos resolver o problema da vida passada na vida presente. Se morrermos numa longa, demorada agonia, levamos conosco os sentimentos de amargura e ressentimento que quase sempre acompanham tais situações."
(Dr. Morris Netherton, PHD em psicologia, criador da TVP, no livro Vida Passada - Uma abordagem psicoterápica)
"A morte de um ente querido gera sempre mudanças e reflexão. Para os que sabem que a morte não é o fim, mas apenas uma separação temporária, fica mais fácil superar a dor da perda. Porém, para aqueles que não acreditam numa vida após a morte, a perda só faz aumentar a revolta, a angústia, o inconformismo. Vale lembrar Inácio de Loyola a respeito da fé: para quem acredita, nenhuma palavra é necessária; para quem não acredita, nenhuma palavra é possível. [...] Vale também dizer que nada é mais inútil do que a revolta. É preciso lembrar que nós não temos nenhum poder sobre a vida ou a morte. O inconformismo, a lamentação, a evocação reiterada de quem se foi, a tristeza, a dor podem alcançar a alma do falecido e dificultar-lhe sua adaptação no plano espiritual." (Oswaldo Shimoda)
Devemos lembrar sempre que as orações pelos nossos parentes que se vão são um bálsamo e uma alegria de saberem que são lembrados, o desgosto e as lágrimas em excesso lhes causam perturbação e ansiedade. É preciso lembrarmos sempre com oração, enviando pensamentos de fé e ajuda. Sempre.
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