sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Aprendi com o tempo...

“Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém.
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e ter paciência,
para que a vida faça o resto.
Aprendi que não importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim,
tem gente que não dá a mínima e eu jamais conseguirei convencê-las.
Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade
e destruí-la em apenas alguns segundos.
Que posso usar o meu charme por apenas 15 minutos,
depois disso, preciso saber do que estou falando.
Eu aprendi... que posso fazer algo em um minuto
e ter que responder por isso o resto da vida.
Que por mais que se corte um pão em fatias,
esse pão continua tendo duas faces,
e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.
Mas, aprendi também que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei.
Aprendi... que nos momentos mais difíceis,
a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas.
Aprendi que posso ficar furioso, tenho o direito de me irritar,
mas não tenho o direito de ser cruel.
Aprendi que, não importa o quanto meu coração esteja sofrendo,
o mundo não vai parar por causa disso.
Eu aprendi... que as circunstâncias de minha infância são responsáveis pelo que eu sou,
mas não pelas escolhas que eu faço quando adulto;
Aprendi que a minha existência pode mudar para sempre, em poucas horas,
por causa de gente que eu nunca vi antes.
Aprendi também que diplomas na parede não me fazem mais respeitável ou mais sábio.
Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem critério.
E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito,
mas para mostrar que são amigos.
Aprendi que certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira,
mesmo que desejemos retê-las para sempre."

(Adaptação de um texto de William Shakespeare)

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