terça-feira, 11 de maio de 2010

Dia das Mães


Em sentido horário: minha avó, minha sogra, minha mãe,
eu com Luís Eduardo, meus filhotes.
É o terceiro Dia das Mães que passo sem ela e a saudade é cada vez maior. Sinto falta de pegar o telefone logo de manhã cedo e ligar pra ouvir sua voz alegre, a se orgulhar das ligações recebidas. Que imensa é a saudade de sua bênção, que me deixava como que protegida pelo resto do dia, da semana, do mês quem sabe. Tenho uma mãe maravilhosa e nem quero imaginar minha vida sem ela. Tenho uma sogra também considerada mãe. Mas a falta da minha avó, que praticamente me criou ainda dói demais, ainda lateja sempre. Era diferente ouvi-la dizer DEUS TE ABENÇOE, era como se essa frase vindo dela tivesse realmente um certo poder, uma proteção. Seu enterro foi o cortejo mais difícil que acompanhei. Gostaria de não tê-lo feito. Devia ter dito a ela semanalmente - e por que não semanalmente? - que fui uma criança mais feliz, e consequentemente, uma adulta mais feliz por sua causa, por seu carinho, sua companhia, sua doce presença. O meu consolo é saber que ela tinha consciência do quanto eu a amava. Às vezes penso que ela era boa demais pra ficar mais tempo aqui, era egoísmo querer segurá-la mais. Mas gostaria muito que tivesse visto meu filho crescer. Ele ia adorar a bisa que ela seria.Lembro da cena no dia de sua morte: eu chorando inconsolável sentada no sofá e de repente, Luís Eduardo veio me emprestar sua chupeta e seu lençol de estimação (o cheiroso, como ele chama) para que eu parasse de chorar. Ele tinha apenas 2 anos e meio, mas entendeu que tratava-se de algo muito sério e muito triste.



Dia das Mães II


Neste ano tive uma surpresinha linda: meus filhotes arrumaram um café da manhã bem lindo, com direito a flores e presente. Adoreiiiiii!!! Tinha visto a movimentação deles desde o dia anterior. Desconfiei que estavam tramando alguma coisa. Só não sabia o que era. Detalhe: o Luís Eduardo tem apenas 5 anos e guardou o segredo de tudo, a pedido da dinda e irmã "adorotiva" dele que é a Aline. Ela me dá um trabalho danado, preocupações... mas ainda consegue me surpreender; é supercarinhosa e muitas vezes me quebra pesados galhos. Esqueci de ressaltar que na sexta-feira, dia 07/05, o Luís Eduardo cantou Gatinha Manhosa - do Leo Jaime, junto com a turminha dele na escola. Ao final, eu precisava de um babador e um lenço. Foi lindoooooo!!!

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