quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Trabalho
Menina, morena
Também deseja colo,
Palavras amenas
Precisa de carinho
Precisa de ternura
Precisa de um abraço
Da própria candura
Guerreiros são pessoas
São fortes, são frágeis
Guerreiros são meninos
No fundo do peito
Precisam de um descanso
Precisam de um remanso
Precisam de um sonho
Que os tornem perfeitos
É triste ver este homem
Guerreiro menino
Com a barra de seu tempo
Por sobre seus ombros
Eu vejo que ele berra
Eu vejo que ele sangra
A dor que traz no peito
Pois ama e ama
Um homem se humilha
Se castram seu sonho
Seu sonho é sua vida
E a vida é trabalho
E sem o seu trabalho
Um homem não tem honra
E sem a sua honra
Se morre, se mata
Não dá pra ser feliz
Não dá pra ser feliz."
(Guerreiro Menino - Gonzaguinha)
"Feliz é o homem que, entre o nascer do sol e o fim do dia,
só faz aquilo que ama." (B0b Dylan)
domingo, 14 de novembro de 2010
Vocação para a felicidade
Não escreverei versos chorosos, cantando tristezas infinitas,
Carlos Drummond de Andrade
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Amor pra recomeçar
Eu te desejo
Não parar tão cedo
Pois toda idade tem
Prazer e medo...
E com os que erram
Feio e bastante
Que você consiga
Ser tolerante...
Quando você ficar triste
Que seja por um dia
E não o ano inteiro
E que você descubra
Que rir é bom
Mas que rir de tudo
É desespero...
Desejo!
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor
Prá recomeçar
Prá recomeçar...
Eu te desejo muitos amigos
Mas que em um
Você possa confiar
E que tenha até
Inimigos
Prá você não deixar
De duvidar...
[...]
Eu desejo!
Que você ganhe dinheiro
Pois é preciso
Viver também
E que você diga a ele
Pelo menos uma vez
Quem é mesmo
O dono de quem...
[...]
Eu desejo!
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor
Prá recomeçar
Prá recomeçar
Prá recomeçar...
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Romanos 8:18
que as aflições deste tempo presente
não são para comparar com a glória
que em nós há de ser revelada."
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Se as coisas fossem mães...
erra, acerta, arruma a mesa,
cozinha, escreve, trabalha fora,
ri, esquece, lembra e chora,
traz remédio e sobremesa...
Tem pai que é "tipo mãe"...
esse, então, é uma beleza!
Trecho do Livro Se as coisas fossem mães - Sylvia Orthof.
Qualquer semelhança terá sido mera coincidência.